Centro une medicina e tecnologia para encontrar maneiras de lidar ou curar doenças como Parkinson e Alzheime
Um dos motivos para esse ser um lugar especial é que, aqui, tecnologia ganha o significado de esperança. Os estudos complexos que são realizados por esses profissionais estão entre as melhores chances de encontrar maneiras de lidar ou de curar doenças terríveis como Parkinson e Alzheimer.
"Cientistas de áreas básicas e médicos que cuidam dos pacientes se reuníram em um local onde temos acesso a várias tecnologias que podem permitir fazer investigações sobre, por exemplo, o funcionamento cerebral, ou até mesmo moléculas que compõem os neurônios", explicou o doutor Edson Amaro, neurologista e coordenador do Instituto do Cérebro.
Físicos, matemáticos, biólogos, psicólogos e médicos, cada um com seu conhecimento, se unem com um único propósito: combinar diferentes tecnologias para compreender melhor o funcionamento do cérebro. As informações são obtidas a partir de diferentes plataformas, como a ressonância magnética, a encefalografia e a eletroencefalografia. Cristofer Caous, pesquisador do Insituto do Cérebro, diz que o desafio é fazer com que esses aparelhos "conversem" uns com os outros.
"Muitas vezes, o que um método vê, o outro não vê. Mas, quando eles convergem e conseguem trazer a mesma informação, isso funciona como um selo de que aquele é um fenômeno real, que acontece na natureza", completou Amaro.
Um dos projetos aqui do Instituto é o estudo de um tipo específico de epilepsia que não pode ser tratada com remédios; nestes casos, hoje a única solução ainda é a cirurgia. A doença ataca o "hipocampo", a região do cérebro responsável pela memória e orientação espacial. Felizmente todos nós temos dois hipocampos e, para resolver o problema, um deles é extraído.
Depois de extraído, este “hipocampo” doente é submetido a uma ressonância de altíssima resolução. Este equipamento, que vale algo em torno de 15 milhões de reais e ocupa uma sala inteira, é um pouquinho diferente dos usados para diagnósticos. "Ele tem, aproximadamente, três vezes o campo magnético da Terra, o que resulta em uma imagem com alta resolução", diz Caous.
Bacharel em ciências da computação, Maryana de Carvalho, também pesquisadora do Instituto do Cérebro, é a responsável por criar algoritmos complexos para extrair informações importantes dessas imagens em alta resolução.
4 batatas médias (cozidas e espremidas ou amassadas)
2 colheres (sopa) de margarina
2 colheres (sopa) de óleo
2 tabletes (30 g) de fermento biológico (pode usar biológico em pó também)
1 copo de leite (de requeijão 200 ml)
1 ovo inteiro
Farinha de trigo até dar ponto
2 colheres (sopa) de açúcar
1 pitada de sal
Recheio::
500 g de presunto fatiado
500 g de mussarela fatiada
8 tomates sem pele e sem sementes picados
2 cebolas fatiadas bem finas
1 xícara (chá) de azeitonas descaroçadas
1 lata de ervilhas escorridas
200 ml de molho de tomate pronto
100 ml de creme de leite
Sal, orégano e pimenta a gosto
Modo de Preparo
Massa:
Primeiro misture o fermento e o açúcar
Depois os ingredientes líquidos, o leite deve estar morninho
Em seguida a batata e a farinha de trigo, até começar a desgrudar das
mãos, sove bem até formar uma bola, a massa não deve ficar muito dura
Deixe crescendo por uns 45 minutos coberta com um pano
Em seguida divida em 2 partes
Enfarinhe a mesa, abra na espessura de 0,5 cm mais ou menos, forre uma assadeira untada com margarina e farinha
Coloque o recheio, abra a outra parte da massa no rolo com a mesma espessura e cubra
Grude bem as bordas e recorte o excesso
Pincele com gema de ovo
Leve para assar em forno médio, pré-aquecido
Depois de dourada prefiro baixar a assadeira mais próxima do calor do
forno para assar a massa por baixo, que por conta da umidade do recheio
pode ficar crua, neste momento abaixo também a temperatura do forno para
o mínimo
Recheio e montagem:
Com exceção do presunto e da mussarela misture os demais ingredientes,
após forrar com a massa o fundo de uma assadeira monte o recheio da
seguinte maneira:
Uma camada de mussarela, uma camada de presunto, uma da mistura de todos os demais ingredientes do recheio
Repita as camadas até terminar todos os itens do recheio, cubra com o restante da massa e proceda como indicado anteriormente
O melhor que você pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos) e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais.
Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de tumores.
As células T controlam inúmeras atividades imunológicas e produzem duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina, essenciais ao combate de infecções e de tumores.
Bem vamos ao que interessa, ou seja, quais alimentos são importantes (estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu
funcionamento).
Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia, pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias aéreas úmidas desestimulam os vírus. Não a tome gelada, sempre preferindo água natural e de preferência água mineral de boa qualidade. Não tome leite, principalmente se estiver resfriado ou com sinusite, pois produz muito muco e dificulta a cura.
Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.
Coloque bastante cebola na sua alimentação.
Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.
Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura,damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora).
Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).
Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes para o seu sistema imunológico.
O cogumelo Shitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá de gengibre que destrói o vírus da gripe.
Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados.
Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais poli-insaturados.
Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para limpar os dentes, antes da escovação. Com esses cuidados acima e essa alimentação, certamente os vírus nem chegarão perto de você!
Aparelho possui incríveis 90 polegadas e já está à venda nos Estados Unidos
Qual o tamanho da sala da sua casa? Bom, se ela for bem ampla, então
você já pode acomodar a "pequena" novidade da Sharp. A empresa anunciou
nesta terça-feira (19/06) o lançamento de uma TV com incríveis 90 polegadas, capaz de reproduzir imagens em alta definição.
Batizada de Aquos LC-90LE745U, o televisor é o maior modelo com painel
LED do planeta. Tem 1,22 metros de altura e 2,03 metros de largura, e
pesa apenas 64 kg - peso bastante pequeno levando em consideração o
tamanho do produto. Além disso, possui conectividade Wi-Fi, função 3D,
baixo consumo de energia e o recurso AquoMotion 240, que permite exibir
cenas rápidas sem que borrões apareçam na tela.
Segundo a fabricante, a Aquos gasta cerca de US$ 28 (R$ 60) por ano em
energia elétrica e consome menos do que duas lâmpadas de 75 W. O
aparelho já está à venda em algumas lojas dos Estados Unidos pelo preço
de US$ 10.999,99 (R$ 22 mil), de acordo com o Engadget.
Ele é um verdadeiro "pop-star" no mundo da tecnologia.
O arquiteto de plataformas Ajay Bhatt ficou conhecido principalmente
após um comercial de TV em 2009.
No vídeo, um indiano apresentado
como co-inventor do USB aparece como um ídolo enquanto seus fãs vão ao
delírio; muito carismático, ele distribui autógrafos e dedica toda
atenção aos seus adoradores. A campanha, por qualquer razão, escolheu um
ator para personificar o engenheiro. Na vida real, Ajay é uma pessoa
reservada e nem tão conhecida assim em público; mas o carisma é o mesmo.
E nós tivemos a honra de conhecê-lo e saber um pouco mais sobre a
história do USB.
"A necessidade é a mãe da invenção", diz Ajay.
"Na época, eu ainda era novo na Intel e estávamos acostumados a
trabalhar com vários computadores. Quando comecei a usar o PC como um
usuário comum, achei muito difícil de usar as coisas. Por exemplo,
conectar uma impressora: você tinha que abrir a caixa, conectar uma
série de cabos, instalar o software... Era um processo muito longo.
Então, achei que seria legal se existisse algo que você simplesmente
conectasse e funcionasse (assim como uma tomada elétrica). E foi aí que
tudo começou, no meu escritório, em casa".
O USB foi
originalmente lançado em 1995; nascia então a primeira versão do
protocolo "Universal Serial Bus". Como explicou Ajay, a ideia era mesmo
acabar com as inúmeras interfaces externas existentes na época. Naquele
tempo, instalar periféricos em um computador obrigava o usuário a abrir a
máquina, o que, convenhamos, não era pra qualquer um. Já o USB é uma
conexão do tipo "Plug and Play" – ou "Ligar e Usar" – e que permite a
fácil conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador.
O
próprio engenheiro considera sua criação como uma inovação que tornou o
uso do PC muito mais intuitivo e promoveu também o uso de periféricos.
"Hoje já existem tantos periféridos, e as pessoas estão fazendo coisas
que nunca sequer imaginamos. Uma vez que nós criamos o padrão, o resto
do mundo começou a inovar em cima".
Durante todo esse tempo, a conexão USB evoluiu. A princípio, a versão
1.0 oferecia velocidade de transmissão de até 12 megabits; ou seja, 12
milhões de bits por segundo. No ano 2000, o padrão 2.0 elevou essa
velocidade para 480 megabits por segundo. Nove anos depois, as máquinas
mais modernas, como os Ultrabooks, passaram a trazer o novo USB 3.0, com
velocidade de 5 gigabits por segundo.
Numa entrevista exclusiva, saiba como ele foi inventado, nas palavras de Ajay Bhatt, que teve a ideia em 1995
Exames de sangue, por exemplo, só precisam de duas gotas como amostra para que a máquina exiba diagnósticos rápidos e precisos
Talvez ainda leve um tempo para que alguns exames médicos dispensem o uso de agulhas e outras ferramentas pontiagudas. No caso do exame de sangue, além de causar desconforto a várias pessoas, os resultados levam dias para ficarem prontos e, muitas vezes, podem exigir o retorno do paciente para coleta de novas amostras.
Mas um novo aparelho pode amenizar esse problema. A Sharp Labs Europe, em parceria com a Univesidade de Southampton, na Inglaterra, criou o Microfluidics, um dispositivo que pode ser pequeno no tamanho, mas é capaz de realizar uma bateria de exames médicos e exibir diagnósticos para os usuários.
Tudo o que a máquina precisa para funcionar são duas gostas de sangue, que devem ser colocadas em pequenas entradas. Uma vez depositada as amostras, o sistema inteligente divide as gotas de fluido em pequenos compartimentos que serão expostos a uma série de reações químicas diferentes e controladas. Por fim, o aparelho leva apenas alguns minutos para fazer e avaliar os testes.
O projeto é ambicioso, e os cientistas esperam contribuir para que a medicina possa salvar mais vidas. Contudo o Microfluidics só deve se tornar mais comum daqui cinco ou dez anos.