terça-feira, 3 de julho de 2012

Arroz ao forno da PatE

     
       Ingredientes

  • Receita para uma assadeira de 25 cm
  • 1 1/2 xícara de arroz cozido, temperado a gosto
  • 250 g de carne moída cozida, temperada a gosto
  • 1 beringela média, cortada em pequenos cubos (crua)
  • Queijo mussarela picado (a gosto)
  • 1 ovo inteiro
  • 1/2 copo de leite
  • Salsinha picada
  • 50 g de queijo ralado 

          
           Modo de Preparo

    1. Acomodar os ingredientes em camadas:
    2. Espalhar metade do arroz cozido no pirex untado com margarina
    3. Colocar a beringela picada em pequenos cubos
    4. Colocar o queijo mussarela picado
    5. Colocar a carne moída cozida
    6. Espalhar a outra metade do arroz cozido
    7. Bater o ovo com o leite e a salsinha e "regar" o prato com a mistura
    8. Polvilhar o queijo ralado
    9. Asse por 30 minutos em forno pré-aquecido à 180°
    10. Sirva com um prato de saladas variadas (rúcula, tomate, pepino, brócolis, cenoura ralada, beterraba ralada) e batata palha

      Fonte: http://tudogostoso.uol.com.br/receita/79780-arroz-ao-forno-da-pate.html 
     

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tendencias verão 2013

Comparativo: qual é o melhor notebook de entrada do mercado?


Analisamos o HP Pavilion g4, Samsung Série 3 e o Lenovo G470 e selecionamos o mais completo entre eles  





Uma das dificuldades na hora de analisar computadores é a profusão de modelos diferentes, na mesma faixa de preço. E, a contar pela descrição dos fabricantes, todos são sempre ótimos em tudo. Mas, nós sabemos que a história não é bem assim... Para esse Laboratório, decidimos olhar primeiro para a etiqueta do preço. Estabelecemos um limite mínimo de mil reais e máximo de dois mil reais. Por que esses valores? Você até encontra algumas boas ofertas abaixo de mil. Mas, as máquinas em geral deixam a desejar em algum quesito. Acima de dois mil reais, você já encontra ultrabooks, que uma categoria nova, que oferece recursos diferenciados. Dito isso, identificamos 3 fabricantes com as boas ofertas. HP, com seu Pavilion g4. A Samsung, com seu Série 3, e a Lenovo, com o G470. Vamos aos testes.
 

Áudio
A exemplo do que já aconteceu em testes passados, a qualidade do áudio variou bastante. Achamos o micro da Samsung o mais fraquinho, com pouca potência, e um som aberto quase estridente.
Em seguida, veio o Lenovo, com uma qualidade média nas caixas. Nesse assunto, quem se deu melhor foi a HP. Os alto-falantes desse note não são a quinta maravilha, mas ofereceram som bem superior ao dos concorrentes.


Tela
Esse é um item que faz cada vez mais diferença na hora de comprar um micro. A qualidade da tela vem ganhando importância maior ainda em função da maior oferta de conteúdo em alta definição. No caso desses 3 micros, nem é o caso de games: eles não são máquinas parrudas o suficiente para games - especialmente os mais pesados. Mas, vídeos em alta definição, todos eles foram capazes de reproduzir. E assim, com imagens super precisas, chegamos a um empate técnico entre Samsung e HP. Ambas as máquinas ofereceram telas de boa qualidade, com bom contraste e boa resolução. A tela da Samsung tem um ângulo de visão ligeiramente maior. Mas nada suficiente para um desempate. Já a tela da Lenovo ficou um pouco atrás, com um bom desempenho, é verdade, mas com cores ligeiramente distorcidas.


Duração da bateria
Já que estávamos assistindo a vídeos em alta definição, aproveitamos para ver qual das baterias resistiria por mais tempo, exibindo imagens em HD. Afinal, essa é uma das tarefas que mais demandam processamento e, portanto, mais consomem bateria. Aí, a HP se deu bem: a bateria resistiu por 127 minutos. O micro da Lenovo viu sua bateria se exaurir depois de 104 minutos. Já o Samsung resistiu por 102 minutos.
Teclado, touchpad e conexões
Na parte das conexões, uma boa notícia. Apesar de serem micros mais simples, os 3 oferecem um bom cardápio. Todos têm saída HDMI, 3 USBs e placa de rede Gigabit. HP e Lenovo levam ligeira vantagem por oferecerem também um leitor de cartões, algo que não existe no Samsung. Em compensação, achamos o teclado e o touchpad do Samsung os melhores, com teclar macio, e uma rolagem precisa no touchpad.
Processadores e desempenho
É claro que esse é o item que mais merece atenção. Afinal, disso depende boa parte da sua satisfação ao usar um micro. Esses são computadores pensados para atender usos comuns, como navegar pela web, assistir a vídeos, criar documentos ou planilhas... Enfim, tarefas que não pedem grande desempenho. Aqui, também, assistimos ao embate entre dois processadores diferentes. De um lado, o Core i5, da Intel, que equipamos micros da Lenovo e da Samsung. De outro, o Athlon dual core, da AMD, que turbina o HP. O resultado foi interessante.  Quando você está fazendo apenas uma coisa por vez no micro, não notamos diferença significativa entre eles. Mas, tudo muda quando você resolve fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo. Aí, o Core i5 fica bem na frente, com um desempenho bem superior. É claro que o fato do Lenovo e o Samsung virem com 4 giga de RAM contra 2 do HP também conta. Mas, quando voltamos ao nosso velho teste da exibição dos vídeos em HD, a coisa fica mais clara. Ao dar play num vídeo em alta definição, note que a CPU do HP trabalha quase no limite. Já Samsung e Lenovo ficam por volta de 20 por cento. Ou seja: sobra espaço para fazer outras coisas ao mesmo tempo.
Preços 
Para finalizar, o item que orientou esse Laboratório. Os modelos têm preços sugeridos pelos fabricantes. O micro mais barato desse comparativo é o Samsung, que sai por 999 reais. O HP custa 1.599 reais. O mais caro é Lenovo; vendido a 1.899 reais.
Conclusão
A ideia deste Laboratório Digital era apontar um bom micro, que atendesse bem às necessidades do dia-a-dia, e que tivesse preço acessível. A decisão foi difícil porque as máquinas são bem equivalentes. Mas, como estamos com um olho no bolso, a escolha do Olhar Digital vai para o SAMSUNG. Além de ser o modelo mais barato, ele se deu bem em vários quesitos, como qualidade do áudio, da tela e duração de bateria. Com o preço de R$ 999, ele é o grande vencedor. E ainda apresenta bom desempenho; o teclado e o touchpad são os melhores, e nós também gostamos do acabamento emborrachado.
 
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/comparativo-qual-melhor-notebook-de-entrada-do-mercado

domingo, 1 de julho de 2012

Bolo de cenoura

     
       Ingredientes

  • 1/2 xícara (chá) de óleo
  • 3 cenouras médias raladas
  • 4 ovos
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
          Cobertura:
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 3 colheres (sopa) de chocolate em pó ou achocolatado
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • Se desejar uma cobertura molinha coloque 5 colheres de leite 


    Modo de Preparo

    1. Bata no liquidificador primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata por uns 5 minutos
    2. Depois numa tigela ou na batedeira, coloque o restante dos ingredientes misturando tudo, menos o fermento
    3. Esse é misturado lentamente com uma colher
    4. Asse em forno pré-aquecido (180ºC) por 40 minutos


     Para a Cobertura:

    1. Misture todos os ingredientes, leve ao fogo, faça uma calda e coloque por cima do bolo
    2. Se o seu liquidificador for bem potente, o bolo todo pode ser feito nele

      Fonte: http://tudogostoso.uol.com.br/receita/23-bolo-de-cenoura.html 
     

sábado, 30 de junho de 2012

Plasma, LCD, OLED: saiba mais sobre as telas de TV de hoje e do futuro



Conheça melhor um pouco de cada tecnologia e qual é o melhor display para a sala de TV da sua casa 
 
Umas das principais dúvidas na hora de escolher uma TV de tela fina é saber qual tecnologia corresponde melhor à sua necessidade. Hoje são três as que dominam o mercado: plasma, LCD e LED; mas já existe coisa nova chegando por aí...

Neste mundo de televisores finos e de alta resolução, as TV’s de plasma foram as primeiras a surgir no mercado. Normalmente elas só estão disponíveis em tamanhos maiores – a partir de 50 polegadas. As TVs com tela de plasma são indicadas para ambientes em que você consegue controlar a intensidade de luz; isso irá favorecer toda fidelidade de cores e alto contraste do plasma. Já em um local mais claro, os reflexos na tela podem atrapalhar bastante e prejudicar a principal qualidade do aparelho. Mas, não se engane: as TVs de plasma oferecem uma qualidade de imagem difícil de ser superada. Em geral, a imagem dos plasmas é superior à dos LCDs e dos LEDS.

Veja as principais vantagens e desvantagens de escolher uma TV de plasma: graças à emissão de luz pelas células da tela, o plasma proporciona melhor brilho, muito contraste e ótima resolução; no plasma, o preto é realmente preto; e, por fim, você tem um melhor ângulo de visão, agradando a todos os telespectadores da sala. A principal desvantagem do plasma é que ele tem vida útil menor. Além disso, os aparelhos de plasma normalmente são um pouco mais grossos, pesados – e esquentam mais.

O LCD acabou se tornando mais popular que o plasma. Por serem menos brilhantes, as TVs de LCD se saem melhor em ambientes mais claros. Ou seja, mesmo que exista uma janela atrás da sua TV, você verá menos reflexo na imagem, quando comparado ao que acontece com os plasmas. As TVs de LCD praticamente não têm limitações quanto ao tamanho da tela; assim, a flexibilidade de escolha é muito maior.

Uma das maiores vantagens do LCD é a questão do aparelho se adaptar a qualquer ambiente; o consumo de energia é baixo; o desgaste da tela é menor do que nos modelos de plasma e o LCD permite telas bastante finas e leves. Por outro lado, o LCD oferece menor ângulo de visão, menor contraste – percebido principalmente nas partes pretas da imagem e, dependendo do modelo, a falta de uniformidade do “backlight” – a luz traseira – pode deformar um pouco a imagem. Como o preto no LCD não é tão preto assim, todas as outras cores também perdem um pouco de força.Atualmente, as TVs mais modernas no mercado BRASILEIRO são os modelos de LED. Na prática, uma TV de LED é uma TV LCD. Só que a iluminação traseira da telea é feita por LEDs, e não por lâmpadas do tipo fluorescente, usadas nas LCDs convencionais. Essa substituição torna possível fabricar aparelhos bem mais finos. Para modelos com até 55 polegadas, há TVs com apenas 3 centímetros de espessura. Assim como as TVs de LCD, os aparelhos de LED se adaptam a qualquer ambiente e condições de luminosidade.

As TVs de LED apresentam baixo consumo de energia; mas as vantagens principais estão na uniformidade da luz traseira com LEDs, melhor resolução e menor espessura, uma vez que os LEDs ocupam menos espaço do que as lâmpadas. Talvez o ponto negativos das TVs LED ainda seja o preço; por se tratar de uma tecnologia relativamente nova, o custo ainda é mais alto.

Agora a grande novidade: as telas OLED. Do inglês, a sigla quer dizer Oganic Light Emitting Diode. Ou diodo orgânico de emissão de luz. O OLED já está presente em telas de smartphones. E, desde o começo do ano começaram a surgir os primeiros monitores e televisores de grande porte com a nova tecnologia. Diferente do LCD e do LED, as TVs OLED não precisam de qualquer iluminação traseira – os pixels se acendem individualmente quando uma corrente elétrica passa por eles. Ou seja, o OLED tem emissão de luz própria, não precisa de lâmpadas para emitir luz. O grande obstáculo para as TVs OLED ainda é o preço.

Para você ter uma ideia, esses modelos de 55 polegadas, da Samsung e da LG, que nós mostramos aqui no começo do ano, devem chegar às lojas americans no segundo semestre. E devem custar perto de 7 mil dólares – ou 14 mil reais. Dá pra imaginar quanto elas custariam nas lojas por aqui?

As vantagens das telas OLED são muitas; mas entre as principais podemos destacar o brilho melhor, maior contraste e fidelidade de reprodução de cores; por não necessitar de iluminação traseira, as TVs OLED são SUPER finas – alguns modelos tem menos de 2 centímetros de espessura, mas existem protótipos de até MEIO centímetro! O ângulo de visão é total: 180 graus. Outra característica é que os painéis de OLED pode ser flexíveis e até transparentes! O contra aqui é realmente o preço. Por isso, o OLED ainda é coisa para o futuro. Até devemos ter um modelo sendo vendido aqui no Brasil ainda esse ano. Mas, deve chegar custando perto de 20 mil reais. É mole?!


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/plasma,-lcd,-oled-saiba-mais-sobre-as-telas-de-tv-de-hoje-e-do-futuro#|0|0|1|99



quinta-feira, 28 de junho de 2012

Empresa vai lançar carro turbinado para sobreviver ao apocalipse zumbi

Modelo possui lâminas giratórias nas rodas, espinhos na parte frontal, placas de metal nas janelas e grades na parte superior

  
Ficção ou não, as probabilidades para que um holocausto zumbi seja desencadeado algum dia têm intrigado a mente de muitos cientistas e pesquisadores. Filmes, séries de TV, livros e outras mídias também estimulam as hipóteses de que os mortos-vivos podem sim colocar um fim aos humanos.

Acredite se quiser, empresas já pensam em como lidar caso esse tipo de situação aconteça. No caso do desenvolvedor de softwares Larry Hall, a ideia foi criar o primeiro condomínio 100% a prova de zumbis, o Survival Condo. Agora, a Hyundai dos Estados Unidos desenvolveu uma edição especial do modelo Elantra Coupe que foi totalmente adaptado para sobreviver a uma invasão dos mortos-vivos.

O projeto faz parte de uma parceria entre a Hyundai, a Craft Design (que vai construir o automóvel) e o escritor Robert Kirkman, criador da série de quadrinhos The Walking Dead, para celebrar a edição de número 100 da revista. O modelo será apresentado durante a Comic-Con, em julho, mas os internautas podem acompanhar o processo de montagem no site hyundaiundead.com.

Ainda não há muitas informações sobre o que vai compor o veículo. O que se sabe é que ele terá lâminas giratórias nas rodas, espinhos na parte frontal, placas de metal nas janelas e grades na parte superior - tudo para deixar o carro ainda mais tunado e protegido contra os zumbis.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/empresa-vai-lancar-carro-turbinado-para-sobreviver-ao-apocalipse-zumbi

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Estudante inventa método para tomar banho sem água

DryBath é um gel que, segundo seu criador, é capaz de matar germes e hidratar a pele sem a necessidade de usar água ou outros líquidos
 
Ludwick Marishane, um estudante de 22 anos da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, anunciou recentemente uma tecnologia simples e bastante curiosa. O jovem criou uma espécie de sachê em forma de gel que, segundo ele, pode substituir o tradicional banho com água para um método a seco.

O DryBath, como foi batizado, é capaz de matar germes e hidratar a pele, além de liberar um cheiro agradável e promover a economia de água. Marishane diz que a inspiração para desenvolver o produto veio desde sua adolescência, quando soube que um de seus amigos daquela época não gostava de tomar banho. "Por que ninguém inventa algo que possamos colocar na pele e elimine a necessidade de tomar banho?", dizia o tal amigo.

Não demorou muito para que Marishane começasse seu trabalho. Após fazer pesquisas no Google utilizando um celular e descobrir que ainda não existia um produto com essa função, o rapaz começou a investigar a composição de um gel que poderia ser usado para esse objetivo.

  
De acordo com o site LiveScience, Marishane percebeu que pessoas mais pobres costumam comprar as coisas em unidades, e não em pacotes. A partir daí, ele deu início as vendas do DryBath em forma de um gel que "contém" um banho. O sachê individual é comercializado a US$ 0,50 em comunidades mais pobres e com acesso limitado a água potável, e a US$ 1,50 para clientes corporativos, como empresas de transporte aéreo e hotéis.

Além do DryBath, Marishane também fundou a empresa HeadBoy. Por suas invenções, o rapaz de 22 anos ganhou o primeiro lugar no Global Students Entrepreneur Awards 2011, um prêmio voltado para a descoberta de jovens estudantes empreendedores. O próximo passo do empresário é que sua ideia se torne líder nesse tipo de mercado e forneça o produto para as regiões pobres do planeta.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/digital_news/noticias/estudante-inventa-metodo-para-tomar-banho-sem-agua

domingo, 24 de junho de 2012

Que tal um cachorro quente?

 
Dog bacon
Dog vegetariano

Dog suino
Dog petisco

Dog gourmet
Pizza dog

Conheça o surpreendente Instituto do Cérebro, em São Paulo


Centro une medicina e tecnologia para encontrar maneiras de lidar ou curar doenças como Parkinson e Alzheime

Um dos motivos para esse ser um lugar especial é que, aqui, tecnologia ganha o significado de esperança. Os estudos complexos que são realizados por esses profissionais estão entre as melhores chances de encontrar maneiras de lidar ou de curar doenças terríveis como Parkinson e Alzheimer.

"Cientistas de áreas básicas e médicos que cuidam dos pacientes se reuníram em um local onde temos acesso a várias tecnologias que podem permitir fazer investigações sobre, por exemplo, o funcionamento cerebral, ou até mesmo moléculas que compõem os neurônios", explicou o doutor Edson Amaro, neurologista e coordenador do Instituto do Cérebro.

Físicos, matemáticos, biólogos, psicólogos e médicos, cada um com seu conhecimento, se unem com um único propósito: combinar diferentes tecnologias para compreender melhor o funcionamento do cérebro. As informações são obtidas a partir de diferentes plataformas, como a ressonância magnética, a encefalografia e a eletroencefalografia. Cristofer Caous, pesquisador do Insituto do Cérebro, diz que o desafio é fazer com que esses aparelhos "conversem" uns com os outros.

"Muitas vezes, o que um método vê, o outro não vê. Mas, quando eles convergem e conseguem trazer a mesma informação, isso funciona como um selo de que aquele é um fenômeno real, que acontece na natureza", completou Amaro.

Um dos projetos aqui do Instituto é o estudo de um tipo específico de epilepsia que não pode ser tratada com remédios; nestes casos, hoje a única solução ainda é a cirurgia. A doença ataca o "hipocampo", a região do cérebro responsável pela memória e orientação espacial. Felizmente todos nós temos dois hipocampos e, para resolver o problema, um deles é extraído.

Depois de extraído, este “hipocampo” doente é submetido a uma ressonância de altíssima resolução. Este equipamento, que vale algo em torno de 15 milhões de reais e ocupa uma sala inteira, é um pouquinho diferente dos usados para diagnósticos. "Ele tem, aproximadamente, três vezes o campo magnético da Terra, o que resulta em uma imagem com alta resolução", diz Caous.

Bacharel em ciências da computação, Maryana de Carvalho, também pesquisadora do Instituto do Cérebro, é a responsável por criar algoritmos complexos para extrair informações importantes dessas imagens em alta resolução.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/tecnologia-nos-hospitais-brasil-ja-desenvolve-possiveis-curas-varias-doencas#|0|0|1|99