quinta-feira, 30 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Estudantes criam tênis que gera energia ao caminhar
Projeto ainda é incipiente, mas poderá servir para carregar celulares e alimentar corações artificiais no futuro
Um grupo de alunos de engenharia da Universidade Rice, nos Estados Unidos, criou um protótipo que aproveita a energia cinética gasta com passos para gerar eletricidade.
O desafio, promovido pela empresa Cameron International, tinha como objetivo levantar ideias sobre como fornecer energia a partir de atividades humanas.
O aparelho, batizado de PediPower, é acoplado à sola do sapato e tem uma espécie de alavanca que é acionada cada vez que o pé entra em contato com o chão. Esse movimento faz girar um conjunto de engrenagens conectadas a um motor preso à lateral do sapato.
Testes preliminares mostram que o aparelho é muito grande e desajeitado para ser utilizado regularmente. Mesmo assim, os estudantes esperam que o projeto seja levado adiante por outros alunos, e que o protótipo seja refinado com a diminuição do tamanho e aumento do potencial energético.
Segundo um dos porta-vozes, a ideia é que o PediPower possa ser utilizado para carregar eletrônicos como celulares e outros aparelhos portáteis. A longo prazo, espera-se que também seja uma forma de gerar energia para corações artificiais, marcapassos e outros aparelhos médicos devido à parceria da Cameron International com o Instituto do Coração do Texas.
Fonte: olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/jovens-americanos-criam-prototipo-que-gera-energia-ao-caminhar
Um grupo de alunos de engenharia da Universidade Rice, nos Estados Unidos, criou um protótipo que aproveita a energia cinética gasta com passos para gerar eletricidade.
O desafio, promovido pela empresa Cameron International, tinha como objetivo levantar ideias sobre como fornecer energia a partir de atividades humanas.
O aparelho, batizado de PediPower, é acoplado à sola do sapato e tem uma espécie de alavanca que é acionada cada vez que o pé entra em contato com o chão. Esse movimento faz girar um conjunto de engrenagens conectadas a um motor preso à lateral do sapato.
Testes preliminares mostram que o aparelho é muito grande e desajeitado para ser utilizado regularmente. Mesmo assim, os estudantes esperam que o projeto seja levado adiante por outros alunos, e que o protótipo seja refinado com a diminuição do tamanho e aumento do potencial energético.
Segundo um dos porta-vozes, a ideia é que o PediPower possa ser utilizado para carregar eletrônicos como celulares e outros aparelhos portáteis. A longo prazo, espera-se que também seja uma forma de gerar energia para corações artificiais, marcapassos e outros aparelhos médicos devido à parceria da Cameron International com o Instituto do Coração do Texas.
Fonte: olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/jovens-americanos-criam-prototipo-que-gera-energia-ao-caminhar
quarta-feira, 22 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
Aprenda idiomas pela internet gratuitamente
Cursos e sites que ensinam línguas pela web
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/central_de_videos/aprenda-idiomas-pela-internet-gratuitamente
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/central_de_videos/aprenda-idiomas-pela-internet-gratuitamente
segunda-feira, 20 de maio de 2013
A tecnologia por trás da telefonia móvel
AMPS, TDMA, GSM, CDMA, EDGE e LTE são algumas das siglas que compõem esse universo
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/central_de_videos/a-tecnologia-por-tras-da-telefonia-movel
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/central_de_videos/a-tecnologia-por-tras-da-telefonia-movel
terça-feira, 14 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Cabo, satélite e MMDS: entenda as diferenças das TVs por assinatura
Explicamos como funcionam os principais modelos de distribuição de sinal de TV paga
Existem diferentes plataformas para distribuição do sinal de TV por assinatura. Todas elas requerem a aquisição de um plano, mas os caminhos que as imagens fazem para chegar até sua casa são completamente diferentes.
TV a caboÉ a forma mais tradicional de TV por assinatura nos principais centros urbanos, utilizada por companhias como a NET, por exemplo, mas requer uma certa infraestrutura, já que depende da distribuição física dos cabos pelas determinadas regiões. O cabo pode ser coaxial ou fibra ótica.
TV a caboÉ a forma mais tradicional de TV por assinatura nos principais centros urbanos, utilizada por companhias como a NET, por exemplo, mas requer uma certa infraestrutura, já que depende da distribuição física dos cabos pelas determinadas regiões. O cabo pode ser coaxial ou fibra ótica.
Por meio destes cabos o sinal chega à casa do cliente, que recebe um decodificador para transformar a informação em imagem para o televisor. Algumas televisões já possuem entrada direta para os cabos, mas, sem o decodificador, recebem apenas os canais abertos.
A modalidade também é altamente sujeita à pirataria, já que é muito fácil encontrar decodificadores “alternativos” para quebrar a criptografia das imagens.
A modalidade também é altamente sujeita à pirataria, já que é muito fácil encontrar decodificadores “alternativos” para quebrar a criptografia das imagens.
DTH, ou satélite
O “Direct To Home” (direto para a casa) é a tecnologia utilizada pelas companhias que distribuem o sinal por meio de antenas parabólicas instaladas na casa dos clientes, como a SKY. Neste caso, uma central envia o sinal de TV para um satélite que o repassa para os clientes.
O “Direct To Home” (direto para a casa) é a tecnologia utilizada pelas companhias que distribuem o sinal por meio de antenas parabólicas instaladas na casa dos clientes, como a SKY. Neste caso, uma central envia o sinal de TV para um satélite que o repassa para os clientes.
Este sinal é captado pela antena e decodificado pelo receptor para ser exibido na tela do cliente e dificulta um pouco mais o “gato”, ainda que não o impossibilite. Contudo, algumas vezes o sinal fica instável por intempéries como chuvas.
MMDS
O “serviço de distribuição multiponto multicanal”, também chamado de “cabo wireless”, é uma tecnologia alternativa para distribuição de sinal de TV, que utiliza microondas para difusão, principalmente em áreas afastadas dos principais centros urbanos, onde o cabeamento não é financeiramente viável. Contudo, algumas empresas também utilizam o recurso dentro das grandes cidades.
MMDS
O “serviço de distribuição multiponto multicanal”, também chamado de “cabo wireless”, é uma tecnologia alternativa para distribuição de sinal de TV, que utiliza microondas para difusão, principalmente em áreas afastadas dos principais centros urbanos, onde o cabeamento não é financeiramente viável. Contudo, algumas empresas também utilizam o recurso dentro das grandes cidades.
Ele é mais barato, já que os custos de instalação de infraestrutura e os receptores e decodificadores do sinal são distribuídos à medida que novos assinantes aderem ao serviço.
O MMDS está em extinção no Brasil, já que ele ocupa a mesma faixa de frequência do 4G, de 2,5 GHz. Em abril, a Vivo TV encerrou os serviços que utilizavam este recurso para a implantação da internet de quarta geração no país.Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/mmds,-satelite-e-cabo-entenda-a-diferenca-na-tv-por-assinatura
domingo, 12 de maio de 2013
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