2 xícaras (chá) de arroz cozido 2 ovos 1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado ½ xícara (chá) de cheiro verde picado ½ xícara de cebola picada Sal a gosto Óleo p/ fritar
Modo de preparo:
Numa panela, refogar a cebola com um pouco de óleo até dourar. Em uma tigela, misturar o arroz, o parmesão, o cheiro verde, a cebola e os ovos. Misturar para deixar homogêneo. Dar forma de bolinho e fritar em óleo quente.
Conheça o item essencial para o funcionamento da sua máquina
Todo mundo já ouviu falar dela, mas talvez nem todo mundo saiba exatamente o que ela faz. A placa-mãe de qualquer computador o item central de qualquer micro: é ela quem dá suporte para todas as outras placas. É nela, também, onde são encaixados o processador, as memórias e outras placas específicas, como as placas de vídeo.
Mas, a não ser que você seja um fissurado por computadores, ou gamer, que faz questão de montar seus próprios micros, dificilmente você poderá escolher o modelo da placa-mãe do seu computador: os fabricantes escolhem as placas de acordo com as necessidades de desenho dos modelos e para atender as características de cada aparelho.
Por exemplo: a placa-mãe de um notebook como esse é evidentemente bem menor que a placa-mãe de desktop, como esse. Mas, será que existe diferença de desempenho entre elas? A resposta é: sim! Diferentes placas tem performances diferentes. Elas podem ser mais rápidas ou mais lentas e, principalmente, podem oferecer mais ou menos opções de upgrade do seu micro. Uma das boas diferenças é o número de slots – os pontos de encaixe – para memória RAM. Dependendo da placa, você pode ter dois espaços para encaixar memória RAM ou ter 6, 8 ou até dez espaços. Quanto mais slots, mais você pode turbinar sua máquina, com mais memória RAM. É claro que as placas-mãe com mais recursos tendem a ser, também, mais caras...
Outra coisa interessante a respeito das placas-mãe é que, nos últimos anos, elas engoliram as placas de áudio. Antigamente, era muito comum que os computadores tivessem placas de áudio independente. Hoje, elas até existem, mas são cada vez mais raras. O mais comum mesmo é a parte do áudio vir embutida na placa-mãe, como nesse caso. E, mesmo sendo parte da placa-mãe, os computadores mais modernos conseguem oferecer super recursos de áudio, como vários canais de som e saídas digitais.
Empresa espera distribuir a verba entre vários hackers
Dois milhões de dólares a quem encontrar falhas no navegador mais usado no mundo. O Google fez a oferta e promete entregar essa quantia em prêmios aos que conseguirem derrubar o Chrome, em uma competição chamada Pwnium.
É a segunda edição da disputa, que será realizada na Malásia, durante o aniversário de 10 anos do "Hack in the Box".
São quatro categorias a serem desafiadas: a mais difícil vale US$ 60 mil, e os valores vão caindo para US$ 50 mil, US$ 40 mil e menos, em uma opção aberta.
Para levar o prêmio principal, o "Full Chrome exploit", é necessário derrubar o navegador usando somente seus bugs.
Na hora de escolher um computador, é para o processador que você precisa olhar primeiro
Há sete anos, já dizíamos, o processador é o coração do seu computador. Hoje, a verdade continua a mesma. Não se engane: quando for escolher um computador, é para o processador que você precisa olhar primeiro.
Na nossa primeira série, os processadores eram parecidos com esse. Nessa época, eles eram maiores por dentro e por fora. E esse é o primeiro ponto interessante.
Numa explicação simplificada, dá para dizer que um processador é composto por transistores. Esses transistores funcionam como interruptores de luz. Só têm duas funções. Ora deixam passar corrente elétrica, ora interrompem o fluxo da eletricidade. E é assim, a partir dessa função aparentemente simples, que os computadores – e tudo que cerca a tecnologia digital – funciona.
Só que, dentro de um processador como esse, de última geração, podem existir até 1,4 bilhões de transistores. Eles são tão diminutos que não dá nem para imaginar. Os mais modernos são fabricado com apenas 22 nanômetros! Uma comparação que sempre se faz é com o vírus da gripe. O vírus tem em média 60 nanômetros e não é visíviel a olho nu. Ou seja, um transistor de um processador como esse é quase 3 vezes menor. E foi produzido à perfeição em fábricas que mais parecem laboratórios.
Então aqui fica a primeira dica: no mundo dos processadores, quanto menor, melhor e mais moderno.
Aí surge uma outra pergunta que sempre ronda o mundo dos chips. O número de núcleos. De uns anos para cá, a indústria percebeu que dava para colocar vários núcleos de processamento num mesmo chip. É como se fosse uma cabeça com vários cérebros dentro. Os técnicos chamam esses cérebros de “cores” – núcleo, em inglês. Esse recurso aumentou a eficiência dos processadores e dos micros.
E aqui vai a segunda a dica. Nem sempre um processador é superior a outro só porque tem mais núcleos de processamento. Ou seja: um quad-core não é sempre mais eficiente que um dual-core. Vários outros fatores entram na conta. Um deles é o que os técnicos chamam velocidade do clock, que geralmente vem expressa em Gigahertz. Quanto mais alta essa velocidade, mais rápido o processador.
Para resumir: na hora de comprar seu próximo micro, procure um que tenha processador com tecnologia de 22 nanômetros. Não fique totalmente impressionado pelo número de núcleos, e fique de olho na velocidade de clock. Dê preferência a velocidades próximas de 2 gigahertz.
O ex-piloto de Fórmula 1 David Coulthard e o golfista profissional Jake
Shepherd bateram um recorde mundial em parceria com a montadora de
automóveis Mercedes-Benz. Em um vídeo publicado no YouTube,
que já conta com mais de um milhão de visualizações, a dupla realizou
uma baita proeza. Coulthard conseguiu pegar com o carro em alta
velocidade a bola lançada por Shepherd a uma distância de 275 m.
As cenas são impressionantes e foram verificadas, inclusive, por juízes
do Guinness, o livro dos recordes. São quase três minutos de vídeo que
mostram detalhes do feito. A bolinha voa na velocidade de 292,9 km/h e
Coulthard vai acelerando, olhando para cima, para tentar “rastrear” a
trajetória da bola, que cai no cockpit do automóvel, para delírio do piloto.
Obviamente, nem tudo foi tão fácil. Em outro vídeo, a Mercedes divulgou
as cenas dos bastidores da gravação. Até tudo dar certo, diversas
tentativas foram gravadas. Alguns detalhes são curiosos. Em uma das
vezes, por exemplo, a bolinha quebrou o vidro do carro após uma tacada, e
Coulthard brincou: “Ainda bem que não foi no meu dente.”
No fim, no entanto, todos puderam comemorar bastante: o objetivo foi
atingido e a Mercedes, Coulthard e Shepherd entraram para o Guinness
como “bola de golfe mais rápida pega por um carro em movimento”. Tudo
foi gravado de fora, por câmeras tradicionais, e também de dentro, por
máquinas GoPro.